+
Balcão News

Procon Assembleia recomenda atendimento humanizado a idosos

E também para pessoas com deficiência nos bancos Pessoas idosas, com deficiência ou com mobilidade reduzida precisam de…

Procon Assembleia recomenda atendimento humanizado a idosos

E também para pessoas com deficiência nos bancos

Pessoas idosas, com deficiência ou com mobilidade reduzida precisam de atendimento diferenciado, especialmente em situações que exigem deslocamento. Diante disso, o Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) recomenda que fornecedores e instituições financeiras adotem procedimentos para reduzir ou até mesmo dispensar a necessidade de comparecimento presencial desses consumidores às agências bancárias.

A recomendação está alinhada à Nota Técnica 36/2026 da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), publicada no início de setembro, que aborda a importância do atendimento humanizado ao público em situação de hipervulnerabilidade.

Entre as alternativas possíveis estão a entrega domiciliar de cartões e a oferta de atendimento em uma agência mais próxima da residência do consumidor. Cabe a cada instituição avaliar a solução mais adequada para cada situação, considerando as necessidades individuais e a proteção dos direitos dos consumidores mais vulneráveis.

Bancos devem buscar alternativas de atendimento

O coordenador do Procon Assembleia, Marcelo Barbosa, destaca que a Lei Federal 10.048/2000 assegura atendimento prioritário às pessoas idosas, com deficiência e com mobilidade reduzida, inclusive nas instituições financeiras.

Segundo ele, a recusa automática ou padronizada de alternativas de atendimento, sem a análise das circunstâncias específicas de cada consumidor, pode contrariar os deveres de boa-fé objetiva e configurar prática abusiva, conforme o artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor.

“Diante de uma situação de hipervulnerabilidade, os bancos têm condições de propor alternativas de atendimento e buscar soluções que garantam o acesso do consumidor aos serviços sem a imposição de dificuldades desnecessárias”, afirma Marcelo Barbosa.

A Nota Técnica da Senacon também ressalta que, quando a instituição financeira considerar indispensável o comparecimento presencial, cabe a ela demonstrar a necessidade técnica efetiva dessa exigência e a inexistência de alternativa razoável. Assim, o consumidor não deve ser responsabilizado por provar que a exigência é desproporcional.

A orientação reforça a importância de um atendimento bancário acessível, respeitoso e adequado às condições de cada pessoa, com medidas que evitem deslocamentos desnecessários e assegurem o acesso aos serviços financeiros.

Leia também:

Sistema Fecomércio MG firma parceria com Mineirão

Comentar matéria

Balcão News

Últimas matérias

Mineração gera preocupação ambiental – SINDIJORIMineração gera preocupação ambiental – SINDIJORISistema Fecomércio MG, por meio do Sesc e do Senac, firma parceria para nomear setor do MineirãoSistema Fecomércio MG, por meio do Sesc e do Senac, firma parceria para nomear setor do MineirãoIndústria da Moda reúne mais de 8,6 mil empresasIndústria da Moda reúne mais de 8,6 mil empresasSistema Fecomércio MG firma parceria com MineirãoSistema Fecomércio MG firma parceria com MineirãoAbstenção no primeiro turno das eleições chega a 21,08% e supera índice de 1998Abstenção no primeiro turno das eleições chega a 21,08% e supera índice de 1998FIEMG Jovem reúne maior delegação no encontro nacional de líderes industriaisFIEMG Jovem reúne maior delegação no encontro nacional de líderes industriaisMega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 150 milhõesMega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 150 milhõesAMM apoia 5º Seminário Nacional de Governança para o Turismo em Poços de CaldasAMM apoia 5º Seminário Nacional de Governança para o Turismo em Poços de CaldasFlávio Bolsonaro e Lula disputam segundo turno da eleição presidencial no próximo domingoFlávio Bolsonaro e Lula disputam segundo turno da eleição presidencial no próximo domingoBancos têm até 14 de outubro para devolver R$ 159 milhões a apostadores de betsBancos têm até 14 de outubro para devolver R$ 159 milhões a apostadores de bets