Atualmente, Minas Gerais tem 246 grupos de samba cadastrados
O Conselho Estadual do Patrimônio Cultural (Conep) aprovou, nesta quinta-feira (22), o reconhecimento das Expressões do Samba em Minas Gerais e dos Modos de Fazer Cachaça de Alambique como patrimônios imateriais. Também foi aprovado o tombamento da Casa de Dona Beja, em Araxá. As decisões foram tomadas no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, e valorizam tradições culturais, saberes populares e a memória histórica mineira.
O registro do samba destaca a diversidade dessa manifestação e sua ligação com a cultura afro-brasileira. Atualmente, Minas Gerais tem 246 grupos de samba cadastrados. Já o reconhecimento dos modos de fazer cachaça valoriza conhecimentos transmitidos entre gerações e uma atividade econômica tradicional do estado, que lidera a produção nacional de cachaça de alambique, com estimativa de 13,5 milhões de litros por ano.
O tombamento da Casa de Dona Beja protege um imóvel construído entre as décadas de 1820 e 1830, ligado à trajetória de Anna Jacintha de São José, figura importante na história de Araxá. As três decisões foram celebradas pelo Governo de Minas como medidas de preservação da identidade, da diversidade e da memória cultural do estado.
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