Conflito no Oriente Médio pode elevar inflação no Brasil em até 7,66%
A atividade econômica também tende a ser afetada, com retração que pode variar entre 0,04% e 0,12%, conforme a intensidade do choque.
Os setores mais impactados são os que dependem fortemente de energia e insumos importados, como a indústria de transformação, transporte, logística e a cadeia de alimentos.
Ainda segundo o estudo, embora haja possíveis efeitos positivos no curto prazo, como aumento da arrecadação no setor petrolífero, esses fatores não são suficientes para compensar as pressões inflacionárias, especialmente nos cenários mais críticos.
Para o economista-chefe da FIEMG, João Gabriel Pio, o principal risco está no impacto sobre os custos. Segundo ele, mesmo com efeitos limitados sobre a atividade, a inflação tende a subir de forma relevante, o que pode afetar empresas, consumidores e a competitividade da indústria brasileira.
Fonte: Balcão News


