
Bárbara Botega acompanha entrega de certificado da Unesco ao Queijo Minas Artesanal
Queijo Minas Artesanal: reconhecimento histórico
Reconhecida por sua atuação na promoção e valorização do patrimônio cultural mineiro, a ex-secretária de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Bárbara Botega, participa nesta sexta-feira (26/6) da solenidade oficial de entrega do Certificado do Modo de Fazer o Queijo Minas Artesanal como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
A chancela foi concedida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e será entregue durante a Expoqueijo Brasil 2026, realizada em Araxá, no Alto Paranaíba.
Momento simbólico e grandioso
Afinal, o Queijo Minas Artesanal não representa apenas um produto tradicional da mesa mineira. Ele traduz história, território, afeto, técnica, memória familiar e sustento para milhares de produtores que mantêm viva uma das expressões mais autênticas da cultura de Minas Gerais.
Expoqueijo Brasil
Considerada a principal feira internacional dedicada à valorização do queijo artesanal, a Expoqueijo Brasil reúne produtores, chefs, jurados internacionais, especialistas, autoridades, turistas e apreciadores em uma programação de quatro dias.
A edição de 2026 ganha peso especial ao celebrar o reconhecimento internacional de uma tradição transmitida de geração em geração. O modo de fazer o Queijo Minas Artesanal atravessa o tempo, preserva saberes e fortalece a economia de centenas de municípios mineiros.
Mais do que uma feira, o evento em Araxá se consolida como vitrine para o queijo artesanal brasileiro. É também um espaço de negócios, intercâmbio cultural, turismo gastronômico e valorização dos produtores que transformaram Minas em referência nacional e internacional no setor.

Tradição mineira
Para Bárbara Botega, a entrega do certificado representa uma conquista coletiva dos produtores, das famílias rurais e de todos que atuam na preservação da identidade mineira.
“O certificado simboliza o reconhecimento internacional do saber, do trabalho e da dedicação dos produtores na preservação de uma das maiores riquezas de Minas Gerais. É um momento de celebração de quem faz com carinho e com técnica, defende a nossa identidade e coloca o nome de Minas Gerais no mundo. Parabéns a todos os produtores de queijo artesanal de Minas Gerais.” (Bárbara Botega)
A fala reforça a dimensão cultural do reconhecimento. O queijo artesanal mineiro carrega uma herança que vai além da produção. Ele está presente nas cozinhas, nas fazendas, nos mercados, nas receitas familiares, nas feiras e na memória afetiva de Minas.
Cada peça conta uma história. De clima, de leite, de mãos experientes, de maturação e de pertencimento.
Força econômica
A expressividade do setor ajuda a dimensionar a relevância da solenidade em Araxá. Segundo dados da Emater-MG, Minas Gerais produziu 32,1 mil toneladas de queijos artesanais em 2025, movimentando cerca de 8,8 mil agroindústrias familiares no Estado.
Esse volume demonstra a força de uma cadeia produtiva que une tradição e desenvolvimento. Pequenos produtores, propriedades familiares, associações, cooperativas, comerciantes, restaurantes, empórios, hotéis e destinos turísticos são impactados diretamente pelo crescimento do queijo artesanal.
Para Bárbara, o reconhecimento da Unesco “não é somente uma chancela cultural, mas também um instrumento de valorização econômica e turística dos territórios mineiros”.
A certificação internacional tende a ampliar a visibilidade dos produtores, fortalecer a reputação do Queijo Minas Artesanal e abrir novas possibilidades para o turismo de experiência, especialmente nas regiões produtoras reconhecidas pela qualidade e pela singularidade de seus queijos.
Agenda no interior
Durante a visita ao Alto Paranaíba e ao Triângulo Mineiro, Bárbara Botega também cumprirá agenda com representantes do setor produtivo, lideranças regionais e produtores rurais.
No sábado (27/6), ela se reunirá com membros da Associação Comercial, Industrial, de Turismo, Serviços e Agronegócios de Araxá (ACIA) e lideranças locais. O encontro deve tratar de temas ligados ao desenvolvimento regional, à economia, ao turismo e ao fortalecimento das cadeias produtivas mineiras.
No domingo (28/6), a agenda segue com visita à Feira do Produtor de Santa Vitória, espaço de diálogo direto com produtores rurais e representantes do agronegócio familiar. A proposta é ouvir demandas, conhecer realidades locais e aproximar a discussão pública de quem vive o cotidiano da produção no campo.
Na terça-feira (30/6), Bárbara terá compromisso na Fundação Cultural de Uberaba e fará visita ao Mercado Municipal da cidade, um dos pontos tradicionais de circulação de produtos regionais, cultura popular e gastronomia.
Trajetória pública
Advogada, empresária e gestora pública, Bárbara Botega tem intensificado sua agenda de articulações como pré-candidata a deputada federal pelo Partido Novo.
Após cinco anos de atuação na gestão pública estadual, ela deixou recentemente o governo de Minas para se dedicar à pré-candidatura. Sua trajetória tem sido marcada por pautas ligadas à eficiência administrativa, resolução de problemas e entregas concretas.
Fundadora do Novo em Minas Gerais, Bárbara é apontada pelo partido como um dos principais nomes para as eleições de 2026, com o objetivo de reforçar a bancada mineira no Congresso Nacional.
A presença na entrega do certificado da Unesco, em Araxá, reforça sua ligação com pautas estratégicas para Minas Gerais, especialmente cultura, turismo, patrimônio, interiorização do desenvolvimento e valorização das cadeias produtivas tradicionais.
Minas ganha o mundo
A certificação do Modo de Fazer o Queijo Minas Artesanal como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade coroa uma longa caminhada de reconhecimento.
É uma vitória dos produtores. Das famílias rurais. Das regiões que preservam seus modos de fazer. E de Minas Gerais, que vê uma de suas maiores riquezas alcançar prestígio internacional.
Em Araxá, a entrega do certificado da Unesco durante a Expoqueijo Brasil 2026 representa mais que uma solenidade oficial. É a celebração de um saber que resiste, gera renda, movimenta o turismo e fortalece a identidade mineira diante do mundo.
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Fonte: Balcão News





