Juros encarecem o capital segundo federação
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) considera necessário o corte de 0,25 ponto percentual na Selic, mas avalia que a taxa de 13,75% ao ano ainda restringe o crédito, adia investimentos e limita a expansão da indústria.
Para a entidade, a redução sustentável dos juros depende de uma trajetória consistente de queda, aliada ao equilíbrio fiscal e ao controle da inflação.
Segundo o economista-chefe da FIEMG, João Gabriel Pio, os juros elevados encarecem o capital, dificultam novos projetos e comprometem a modernização e a ampliação da capacidade produtiva.
A Federação também defende maior coordenação entre as políticas fiscal e monetária para destravar investimentos, elevar a produtividade e fortalecer a competitividade da economia brasileira.












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